"Eu garanto a você que você não me conhece, não sabe da metade que sou capaz, no que eu faço por amor. Você não sabe quem sou eu, de onde venho, não sabe nem pra onde eu vou e muito menos o porque. Você apenas me julga por ser fraco e egoista. Fatalmente eu sobrevivo. Eu me sobressaio, eu continuo, eu vou. E quando eu penso em me definir em um verso de musica , me vem na cabeça a música que me definiria muito melhor que eu mesma. E você sabe disso: Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés..."
"Daqui há pouco você vai crescer e achar tudo isso ridículo. Antes que tudo se perca, enquanto ainda posso dizer sim, por favor, chegue mais perto" Caio F. Abreu
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Depois de um longo e tenebroso tempo ouvindo tudo de ruim que ele tinha pra me dizer eu decidi pelo menos da boca pra fora tirar tudo de dentro de mim. Jogar fora. Sem dó nem piedade. Nunca obtive qualquer tipo de piedade vinda da parte dele. Sempre usou as palavras mas crueis e duras que pode encontrar. Sempre me pareceu que fez para magoar, pra doer, pra afastar. Eu não sei. As pessoas mudam da água pro vinho. Do dia pra noite. Doer, ainda dói e muito, mais eu decidi que ele não precisa saber. Ninguém precisa. Enquanto a dor for minha eu guardo ela onde quiser. Como quiser. Escondo de quem quiser.
sábado, 26 de março de 2011
Quem visualiza em primeiro lugar a moça de personalidade forte não consegue entender quando a menina toma conta daquele corpo. A menina carente, insegura, fraca e sozinha. Hoje se ela pudesse se definir uma palavra seria ~solidão~. A saudade que ela sente do que já não tem mais ainda doi, machuca.
As palavras ecoam e os pensamentos tristes e confusos ainda pairam naquela cabecinha dura e na maioria das vezes inocente. Se ela pudesse ela esqueceria todos os traumas e continuaria na luta, mas seu coração doi tanto. Sua insegurança anda mais alta que as sombrancelas daquele moço bonito que ela conheceu e que ela desconheceu em algumas atitudes.
Se ela pudesse escolher um lugar para estar naquela tarde seria perto dele, nem que fosse escondida, invisivel, imperceptivel. Esperou por aquele momento apenas pra dizer o quanto ele era importante pra ela. Deu errado. As palavras foram embaralhadas, as idéias se confundiram em discussões unilaterais e infundadas. Se ela pudesse definir sua tarde diria que chorou muito, sentiu angustia, solidão, saudade, desespero quando o que ela queria era apenas ouvir dele: ~meu amor está tudo bem.~
Ela leva consigo uma dor forte na alma, dizem que ela tem o dom de espantar as pessoas, de afasta-las. Dizem que ela é sonhadora, fantasia, deseja, se entrega. Transparencia de sentimentos é seu maior defeito.
Dizem que uma pessoa nunca é totalmente só, totalmente triste, nem totalmente arrependida.
Ela era. Sozinha, triste, arrependida.
E ainda carregava consigo, lá no fundo a dor de ter falhado, não a primeira, nem a segunda, mas a mais importante das vezes.
Hoje, amanhã, por alguns dias, meses, ela não se consideraria uma boa companhia, só com ele. Tudo com ele. Tudo por ele. E só ele não via, que ela valia, totalmente a pena. Bastava deixar-la provar.
Era tudo que ela queria, ainda, e apenas!!!
sexta-feira, 25 de março de 2011
Ele se achava o forte, o durão. Ele não era do tipo de homem que se entregava a uma paixão. Ele era na dele, frio, distanciado. Afinal ele já havia sofrido demais, não deixaria que ninguém, jamais, o fizesse sofrer. Tudo que se aproximava ele distanciava. Um distancia segura e eficiente. Era disso que ele precisava.
Ele era tudo que ela procurava, só não sabia disso. Não deixava isso acontecer.
Ele apenas não sabia o que estava perdendo, a cada instante, a todo momento!
Ele era tudo que ela procurava, só não sabia disso. Não deixava isso acontecer.
Ele apenas não sabia o que estava perdendo, a cada instante, a todo momento!
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