
"Daqui há pouco você vai crescer e achar tudo isso ridículo. Antes que tudo se perca, enquanto ainda posso dizer sim, por favor, chegue mais perto" Caio F. Abreu
sexta-feira, 30 de setembro de 2011

sábado, 24 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Eu sinto sua falta, desde muito e muito tempo. Um tempo quase que interminável.
Ao olhar as folhas rasgadas do meu caderno percebi que todas elas tinham seu nome no cantinho e bem pequeno, com um coraçãozinho pintado à caneta vermelha.
Também olhei aquela gaveta que eu separei pra você colocar suas camisas, ainda está disponível e esperando que alguém a ocupe. Ah, e tem aquele canto do guarda roupa que costumávamos dizer que seria seu quando morássemos juntos, lembra? Sim, ainda estão vazios.
Desde sua partida não tive a coragem de deixar ninguém ocupar o espaço que te pertence em mim. Parece meio bobo, mas não acho que alguém o fará tão bem quanto você fez.
As vezes gosto de olhar pela janela e lembrar das coisas fascinantes que dissemos e das suas risadas baixas no canto da sala toda vez que eu tentava explicar algo que não fazia sentido pra ninguém, a não ser para mim. Gosto de lembrar de quando ligávamos o som bem baixo, deixávamos todas as janelas abertas para o sol entrar e ficávamos lendo livros juntos.
Tenho andado por aí nos lugares onde passamos a maior parte dos nossos fins de semana, e ainda posso sentir o nosso cheiro invadindo o ambiente e todos olhando o nosso jeito de rir e conversar em publico somente por olhares.
Quando sentir falta disso tudo, apareça. Quem sabe não começamos tudo outra vez, ou até mesmo, continuamos de onde estava.
Tenho andado por aí nos lugares onde passamos a maior parte dos nossos fins de semana, e ainda posso sentir o nosso cheiro invadindo o ambiente e todos olhando o nosso jeito de rir e conversar em publico somente por olhares.
Quando sentir falta disso tudo, apareça. Quem sabe não começamos tudo outra vez, ou até mesmo, continuamos de onde estava.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Ela o queria, mas queria por inteiro, não apenas as terças e quintas. Queria que ele a segurasse ao vê-la partir e lhe dissesse que precisava dela.
A moça insistia em olhar nos olhos dele só para vê-lo corar. Adorava aquele cabelo meio bagunçado e aquele jeito meio pecador que ele tem. Gostava do tom baixo e educado da sua voz. Gostava do seu cheiro de chuva.
(…)
Ao lembrar-se de tudo isso, a moça sorriu e suas bochechas ficaram quentes e vermelhas.
terça-feira, 20 de setembro de 2011

O caminho que eu escolhi é o do amor. Não importam as dores, as angústias, nem as decepções que vou ter que encarar. Escolhi ser verdadeiro. No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero. Por isso, não estranhe a minha maneira de sorrir e de te desejar tanto bem. Eu sou aquela pessoa que acredita no bem, que vive no bem e que anseia o bem. É assim que eu enxergo a vida e é assim que eu acredito que vale a pena viver.
sábado, 17 de setembro de 2011

Tenho olhando para os cantos das paredes pensando em tudo, mas nada que possa ser definido com palavras.
Lembrar as palavras ditas é um mal necessário, mas que no fundo me traz prazer. As palavras soam tão nítidas e coloridas em minha mente, que me traz de volta o conforto da certeza que não deve existir.
A alienação ultimamente é fácil e de certo modo me tira do tédio das manhãs nubladas, da rotina quase que natural, do mundo que se constrói sob falsas verdades.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Eu quero mais que isso.

Eu não quero promessas. Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos
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