Pela primeira vez a realidade da sua ausência falou mais alto que a fantasia de anos a sua espera. E pra te falar ainda mais a verdade, eu acho mesmo que você foi o príncipe que eu esperei a vida inteira. Porque eu te juro, de todas as coisas do mundo, eu só queria olhar pra você. Eu escolheria você. Se me dessem um último pedido, eu escolheria você.
"Daqui há pouco você vai crescer e achar tudo isso ridículo. Antes que tudo se perca, enquanto ainda posso dizer sim, por favor, chegue mais perto" Caio F. Abreu
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Paguem o preço que for, não abro mão de nada do que quero para mim. Não abro mão de nada que possibilite a mais breve e minuscula chance de felicidade, de qualquer coisa que me soe a chance de um novo amor chegar. Não me fecho. Me abro “como um brilhante que partindo a luz, explode em sete cores, revelando então os sete mil amores, que eu guardei somente pra te dar...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Livra-me dos poços e becos de mim.
Acho corajoso, bonito, forte. Principalmente quando você solta o emocional.
Depois, um amigo me chamou para ajudá-lo a cuidar da dor dele... Guardei a minha no bolso.
E fui.
Depois, um amigo me chamou para ajudá-lo a cuidar da dor dele... Guardei a minha no bolso.
E fui.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Não só em relação a ele, mas a muitas outras coisas, quero que daqui pra frente a vida seja hoje. A vida não é adiável."
Eu aqui tenho ido um pouco aos trancos. As vezes duvido um pouco do acerto das opções que foram sendo feitas nos últimos anos, quando me dou por conta nesta cidade quase sempre árida, sem nenhum amor, sem paz. Um ceticismo, umas durezas que não tinha antes.
Tinha vontade que você estivesse aqui e eu pudesse te mostrar muitas coisas, grandes, pequenas, e sem nenhuma importância, algumas.
Tão estranho carregar uma vida inteira no corpo e ninguém suspeitar dos traumas, das quedas, dos medos, dos choros.
Estavam ambos naquela faixa intermediária em que ficou cedo demais para algumas coisas, e demasiado tarde para a maioria das outras.
Pensando melhor, continuavam sem saber, fazia muitos anos, se a realidade seria mesmo meio mágica ou apenas levemente paranóica, dependendo da disposição de cada um para escarafunchar a ferida.
Amanhã é dia de nascer de novo. Para outra morte. Hoje é dia de esperar que o verde deste quase fim de inverno aqueça os parques gelados, as ruas vazias, as mentes exaustas de bad trips. Hoje é dia de não tentar compreender absolutamente nada, não lançar âncoras para o futuro.
mas tenho uma curiosidade imensa pelo que vai me acontecer, pelas pessoas que vou conhecer, por tudo que vou dizer e fazer e ainda não sei o que será.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
"Um som quase inaudível, como só pode ser o de umas lágrimas que vão deslizando
lentamente até às comissuras da boca e aí se somem para recomeçarem o ciclo eterno das inexplicáveis dores e alegrias humanas."
Apesar da ressaca com gosto de várias doses de Ballantine's 21 Anos,
a noite de ontem foi muito divertida.
Alias, finais de semana na companhia das minhas queridas amigas
são sempre mágicos (L)
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
É difícil me iludir, porque não costumo esperar muito de ninguém. Odeio dois beijinhos, aperto de mão, tumulto, calor, gente burra e quem não sabe mentir direito. Não puxo saco de ninguém, detesto que puxem meu saco também. Não faço amizades por conveniência, não sei rir se não estou achando graça.
Que coisas são essas que me dizes sem dizer, escondidas atrás do que realmente quer dizer? Tenho me confundido na tentativa de te decifrar, todos os dias. Mas confuso, perdido, sozinho, minha única certeza é que de cada vez aumenta ainda mais minha necessidade de ti. Torna-se desesperada, urgente.
Hoje eu saí de casa tão feliz, que nem me lembrei que em algumas horas a tristeza bate, me sacode e me faz sentir dores que eu não imaginava que continuavam ali.
Fico pensando que nunca mais vai se repetir, é só uma vez, a única, e vai me magoar sempre.Nós nos inventamos um ao outro porque éramos tudo o que precisávamos para continuar vivendo.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Menina-moça, tentaram me fazer acreditar que o amor não existe e que sonhos estão fora de moda. Cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um, como fizeram com os deles. Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi com a Dona Chica, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço. Disse um certo pai Ogum.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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