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Ela tivera a sorte de conhecer um super-heroi. Não aqueles que a gente assiste na TV, aqueles que salvam o mundo e leva a mocinha para um jantar romântico a luz de velas.
Era um cara como todos os outros, aos olhos leigos de quem não sabia o que procurar.
Era alguém incrivelmente interessante aos olhos cheios de emoções e cores da menina fascinada por aquele mundo novo.
Eles trocaram ideias, falavam sobre sonhos e magia. Ela adorava o mundo que eles estavam criando. Um mundo só deles, onde o infinito era apenas o começo.
A hora de dizer adeus, não era o término do dia. Eles se encontravam em sonhos e viviam algo mais intenso.
No mundo onde se encontravam as palavras não eram necessárias. Os olhares e sorrisos eram o suficiente.
Ao se encontrarem pela manhã, tudo que acontecera na noite anterior ficava guardado na lembrança do super-heroi e da menina, e nenhum dizia o que sentia ao lembrar do sonho. Não era necessário, o fato de estarem ali, dispensava qualquer palavra.
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